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O acordo concluiu um impasse jurídico relacionado a uma ação civil pública ajuizada em 2016.
Apesar de não residir no local, as faturas de água e esgoto permanecem no nome da assistida, gerando uma dívida acumulada de mais de R$ 12 mil devido à falta de pagamento.
Medida assegura a reserva de 30% das vagas para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas.
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